- Pesquisa investigou relacionamento entre sociedade civil e governos subnacionais na formação e manutenção de sistemas econômicos alternativos, como a economia solidária
- O estudo qualitativo do caso da COOPERCENTRAL VR analisou a central de cooperativas, que inclui 13 organizações e cerca de 1.200 famílias do Vale do Ribeira paulista
- Pesquisador concluiu que é importante uma negociação ativa em torno da manutenção de sistemas econômicos alternativos como o proposto pela COOPERCENTRAL VR
Com uma abordagem qualitativa, o pesquisador analisou o histórico de formação da cooperativa, seu contexto espaço-temporal, seus mecanismos organizativos, bem como sua relação com o Estado e as políticas públicas e os desafios da sua consolidação.
Ao final da pesquisa, que incluiu interações com as 13 organizações que compõem a cooperativa, envolvendo cerca de 1.200 famílias, o autor conclui que é notável a importância de uma negociação ativa em torno da manutenção de sistemas econômicos alternativos como o proposto pela central de cooperativas.
Entre os desafios ressaltados no estudo, destaca-se a tensão entre a racionalidade de mercado e a racionalidade solidária, que permeia as relações de organizações deste tipo e causam resistências tanto dos cooperados (que precisam se organizar para criar vínculos com atores públicos) quanto dos responsáveis pelas agências públicas (que podem ter diferentes predisposições para incorporar pautas da agricultura familiar e da economia solidária).
Saiba mais sobre a pesquisa de Caio Momesso neste episódio do podcast Impacto ou conferindo a premiada dissertação de mestrado na íntegra.
