Devido às preocupações por parte de investidores institucionais com mudanças climáticas e exposição ao risco de carbono, não há uma forma de mensuração consensual do ESG das empresas ao redor do mundo, nem sobre o impacto de ESG no desempenho dos investimentos. Diante deste cenário, a dúvida é: investir em empresas preocupadas com ESG traz melhor desempenho ou o investidor está conscientemente contribuindo para a melhoria da sociedade?
"Para ajudar a esclarecer melhor sobre o ESG, já estamos com pesquisas em andamento com os seguintes temas: impactos macroeconômicos do ESG, em particular nos países em desenvolvimento; como mensurar o comprometimento das empresas com ESG; o desenvolvimento de um rating público; e impactos do ESG nos investimentos", declara William Eid, também coordenador do FGVcef e do ESG Investing.
A equipe do novo núcleo é composto por Claudia Yoshinaga e William Eid Junior (coordenadores); além dos pesquisadores Alcindo Canto Neto, Luis Bonacina, Victor Henriques de Oliveira, Julia Rezende, Samy Mesnik e Rodrigo Michel.
A novidade foi apresentada em evento online pelo canal do FGVcef no YouTube, ocasião em que também foi realizado debate sobre a importância do tema, com participação de Denise Hills (Natura), Marta Pinheiro (XP), Daniel Maria (BB) e Renato Ejnisman (Bradesco). Confira abaixo:
