- Pesquisa analisou mais de 1900 contratos de debêntures, traçando um histórico dos 10 anos da instrução CVM 476
- Em entrevista ao podcast Impacto, o pesquisador lembra que logo no primeiro ano de funcionamento da instrução, mercado mais que triplicou, saindo de R$ 9 milhões em captação para mais de R$ 27 bilhões
- No último ano analisado pela pesquisa (2018), foi registrado um recorde de mais de R$ 150 bilhões de captação
Leia a pesquisa na íntegra
Entre os principais objetivos do pesquisador estava entender a quantidade de emissões, prazos de pagamentos, tipos de empresa, cláusulas de governança, entre outros detalhes, de forma a compreender se a nova regulamentação teria ajudado as empresas as serem mais ou menos responsáveis com seus investimentos.
De acordo com os dados analisados, Belluzzo conclui que o mercado brasileiro tornou-se mais dinâmico, saltando de R$ 9 milhões em captação em 2008 para mais de três vezes esse valor no a no seguinte, alcançando um recorde de R$ 150 bilhões de captação no último ano analisado.
"Continua sendo um mercado de captações pequenas, de curto prazo, mas um mercado que melhorou em governança, com cláusulas de remuneração mais ligadas ao ideal, com taxa de juros de mercado mais um valor fixo, menos indexada à inflação, com repactuação programara, reduzindo os elementos que os investidores não gostam, e ao mesmo tempo aprimorou-se a governança", detalha Beluzzo em entrevista ao podcast Impacto.
Saiba mais sobre a pesquisa de Giovane Belluzzo no podcast Impacto ou leia a pesquisa de dissertação na íntegra.
