Resumo da pesquisa:
- Pesquisa aponta que aspectos psicológicos, como a vaidade e a masculinidade, são influenciadores mais importantes do consumo de produtos cosméticos que aspectos sociais, demográficos ou econômicos (como estado civil, idade ou renda)
- Ver o uso de cosméticos como forma de melhorar bem-estar físico e psicológico dos homens pode ajudar a neutralizar percepção de que estes produtos são "para mulheres"
- Pesquisadores sugerem que existe uma oportunidade no segmento de consumo de baixa renda, que ainda que seja subestimado, se mostrou o mais interessado em cosméticos
Pesquisador(es):
Marina Sayon
Luciana Florêncio de Almeida
Mateus Canniatti Ponchio
Confira o artigo no periódico Journal of Consumer Marketing
Luciana Florêncio de Almeida
Mateus Canniatti Ponchio
Confira o artigo no periódico Journal of Consumer Marketing
O mercado de cosméticos masculinos está em franco crescimento. Nos Estados Unidos, mercado líder do segmento de cosméticos, a participação da aparência masculina ficou em torno de 10% na última década, enquanto no Brasil os produtos voltados para os homens passaram a representar do mercado 19,3%.
Diante destes números, pesquisadores avaliaram o comportamento do consumo de cosméticos entre os homens e revelaram que aspectos psicológicos como a vaidade e a masculinidade são influenciadores mais importantes de consumo do que outros aspectos sociais, demográficos ou econômicos, como estado civil, idade ou renda.
"O insight fundamental é que os gestores devem definir preços acessíveis para capturar o subestimado e promissor segmento de consumo de baixa renda, visto que esse segmento mostrou o maior interesse em cosméticos em nosso estudo", recomenda Mateus Canniatti Ponchio, professor da FGV EAESP e um dos autores do estudo.
Outra sugestão dos pesquisadores, que pode apoiar estratégias de marketing do setor, é educar o consumidor masculino sobre quais produtos comprar, onde, quando e como usá-los.
A chave para neutralizar as preocupações associadas com a categoria de cosméticos ser conhecida como "algo feminino" pode ser feita por meio da promoção dos cosméticos como uma forma de melhorar o bem-estar físico e psicológico dos homens.
Confira o artigo na íntegra no periódico Journal of Consumer Marketing.
Diante destes números, pesquisadores avaliaram o comportamento do consumo de cosméticos entre os homens e revelaram que aspectos psicológicos como a vaidade e a masculinidade são influenciadores mais importantes de consumo do que outros aspectos sociais, demográficos ou econômicos, como estado civil, idade ou renda.
"O insight fundamental é que os gestores devem definir preços acessíveis para capturar o subestimado e promissor segmento de consumo de baixa renda, visto que esse segmento mostrou o maior interesse em cosméticos em nosso estudo", recomenda Mateus Canniatti Ponchio, professor da FGV EAESP e um dos autores do estudo.
Outra sugestão dos pesquisadores, que pode apoiar estratégias de marketing do setor, é educar o consumidor masculino sobre quais produtos comprar, onde, quando e como usá-los.
A chave para neutralizar as preocupações associadas com a categoria de cosméticos ser conhecida como "algo feminino" pode ser feita por meio da promoção dos cosméticos como uma forma de melhorar o bem-estar físico e psicológico dos homens.
Confira o artigo na íntegra no periódico Journal of Consumer Marketing.
Categorias: Administração de empresas Estratégias de marketing
