Grade e Corpo Docente

Plano do curso Mestrado Profissional em Gestão para Competitividade – Supply Chain

*Sujeito a alterações

Gestores tendem a basear suas decisões em hábitos e convenções e em autoconfiança. O curso se propõe a trazer o processo científico para o centro do processo de decisão do gestor. O curso tem como objetivo discutir como a metodologia científica pode ser usada para a resolução de problemas de negócios, em outras palavras, a gestão baseada em evidências, que significa usar as melhores evidências disponíveis no processo de decisão das organizações. A proposta é desenvolver o pensamento crítico para buscar a teoria, conteúdos e conhecimentos mais adequados para produzir as melhores evidências reduzindo vieses e julgamentos inadequados.

  • Gilberto Sarfati
    Gilberto Sarfati
    Doutor em Ciências Políticas pela Universidade de São Paulo
    Desde 2008
  • Luciana Marques Vieira
    Luciana Marques Vieira
    Doutora em Economia Agrícola e Alimentar pela Universidade de Reading, Inglaterra
    desde 2016
  • Carlos Eduardo Lourenço
    Doutor em Administração de Empresas pela Fundação Getulio Vargas
    desde 2014
* Data da última atualização em

Negócios envolvem criar valor para clientes e lucro para a empresa, equilibrando inovação e estratégia. Adaptabilidade ao mercado, investimento em tecnologia e foco no cliente são essenciais para manter a competitividade e o crescimento sustentável.

  • Gilberto Sarfati
    Gilberto Sarfati
    Doutor em Ciências Políticas pela Universidade de São Paulo
    Desde 2008
* Data da última atualização em 10/09/2025

As organizações têm enfrentado desafios sem precedentes: alta incerteza econômico-financeira, exigências acirradas de clientes e fornecedores, competitividade e rentabilidade organizacional em risco constante. Tais desafios ecoam diretamente às estratégias de aquisições das organizações. Dessa forma, percebe-se que a área de Suprimentos emerge como uma das principais alavancas da competitividade organizacional. De um lado isso demanda uma alta pressão por reduções de custos, melhoria da qualidade e responsividade, bem como a minimização de riscos para a organização. Por outro lado, emerge uma grande oportunidade de agregação de valor, se pensada de forma holística e estratégica.
Diversas ferramentas de tecnologia são hoje utilizadas para gerir os fluxos de informação, bens e dinheiro dentro das cadeias. São normalmente baseadas em sistemas integrados “clássicos”, tais como os ERPs e soluções específicas. Todavia, novas técnicas e formas de lidar com a informação tem adicionado novos desafios para profissionais e pesquisadores. Estas técnicas buscam reforçar a colaboração, a interoperabilidade e capacidade analítica nas cadeias. Dada a velocidade de geração e o volume cada vez maior das informações que são geradas, trocadas e transmitidas dentro da cadeia, tais técnicas hoje são imprescindíveis: IoT, Cloud, BigData, IA, etc. A convergência destas tecnologias com os negócios deu origem à aplicação cada vez mais generalizada da ciência de dados. Com ênfase no tratamento virtual da cadeia.
O presente curso visa explorar em profundidade como o executivo pode se apropriar melhor dos dados disponíveis para a tomada de decisões e automação de seus processos, bem como analisar criticamente os impactos das decisões a serem tomadas com base nas escolhas tecnológicas. Para tanto, serão exploradas formas atuais de coletar dados de forma estruturada, modelos de análise de dados, inferências e tomada de decisões.

  • Eduardo de Rezende Francisco
    Doutor em Administração de Empresas pela Fundação Getulio Vargas - EAESP
* Data da última atualização em

A atual conjuntura do mercado, tanto sob a ótica econômica como sob a ótica competitiva, tem gerado desafios nunca antes vistos para as organizações. De um lado, o rápido acesso a informação e a comoditização de diferenciais básicos, geram pressão nas margens de lucro, já que o repasse de preço ao consumidor é cada vez mais difícil. No outro extremo, os ciclos de inovação estão cada vez mais rápidos e mais curtos, como forma de garantir fontes adicionais de diferenciação, rentabilidade e participação de mercado. Ambos movimentos têm impactos claros no modo pelo qual as empresas gerenciam e estruturam suas cadeias de suprimentos: necessidade de custos mais baixos, demanda por tempos de respostas mais rápidos e pedido por maior flexibilidade, sem contar os novos canais de acesso ao consumidor.
Nesse desafiador contexto, a única forma de equilibrar essa equação é a total integração dos processos, com uma visão ampla e end-to-end (E2E), que permita eliminar custos de transação e rentabilizar os ativos. Indo além, é urgente a necessidade de extrapolar o entendimento das cadeias de suprimentos para além dos simples processos de compras, planejamento, logística e distribuição, avançando para a construção de uma cadeia de suprimentos que suporte integralmente a estratégia corporativa, adaptando-se também a realidade econômica de cada momento e fusão entre industria, produção e serviços (servitização).
O presente curso visa explorar como o executivo pode entender melhor o papel de cada sub processo dentro da cadeia de suprimentos e, de forma ainda mais relevante, compreender como esses processos se inter-relacionam. Todo o programa estará baseado nos aspectos técnicos da maximização de valor das cadeias de suprimentos, mas também na forma como o aluno implementa mudanças relevantes na performance das organizações. Ainda que com propósitos didáticos, o curso esteja organizado seguindo o modelo SCOR (Plan, Source, Make, Deliver e Return), o grande foco será na interconexão dos processos e na transformação de performance das cadeias de suprimentos e, por consequência, do negócio em que as mesmas estão inseridas.

  • Leandro Alves Patah
    Doutor em Engenharia de Produção pela Universidade de São Paulo
    desde 2016
* Data da última atualização em

A servitização, tecnologia, digitalização e novos modelos de negócios estão revolucionando os atuais conceitos de operações e gestão da cadeia de suprimentos. A velocidade da mudança não é apenas rápida, mas os retornos e evolução são surpreendentes. Percebe-se que a atual configuração das cadeias de suprimentos é temporária. Algumas tendem a se manter por algum tempo ainda, outras já enfrentam atualmente significativas mudanças estruturais. Consequentemente, pressões sociais e culturais também têm influenciado significativamente a dinâmica e configuração das cadeias de suprimentos. 
O presente curso visa explorar em profundidade como o executivo pode analisar, identificar sinais e tendências de mudança e consequentemente ser o precursor na readequação e ressignificação da cadeia de suprimentos, por meio do engajamento e mobilização de diferentes players. Para tanto, a partir de discussões e experiências recentes de cadeias que passaram por uma completa readequação, serão explorados temas como a influência da tecnologia, a Indústria 4.0, mudanças e desafios oriundos do ambiente externo, desenvolvimento de estratégias de resposta às mudanças, além do desenvolvimento de competências para acomodação das mudanças.  O curso visa  introduzir a discussão e reflexão sobre o tema e não pretende esgotar as abordagens possíveis.

  • Priscila Laczynski de Souza Miguel
    Doutora em Administração de Empresas pela Fundação Getulio Vargas
    desde 2011
* Data da última atualização em

Uma das razões da complexidade do gerenciamento e avaliação de uma cadeia de suprimentos é a dificuldade em se definir as fronteiras do sistema a ser mensurado e a possível falta de indicadores de desempenho que possam refletir o desempenho dessa cadeia de um modo sistêmico.
Nesse contexto, o objetivo dessa disciplina é apresentar propostas viáveis de mensuração de desempenho de uma cadeia de suprimentos, apresentando também um conjunto de possíveis indicadores para avaliar a estratégia da cadeia como um todo.
Parte-se do pressuposto que muitas organizações podem não obter êxito na maximização do potencial de suas cadeias de suprimento, porque falharam em desenvolver indicadores ou sistemas necessários para integrar e maximizar sua eficiência.
Assim, a disciplina almeja apresentar formas para desenvolver um modelo de Avaliação de Desempenho da Cadeia de Suprimentos que possibilite, de maneira explícita e estruturada, fundamentar o conhecimento necessário para promover de forma inovadora a melhoria da situação atual dos aspectos relevantes da cadeia de suprimentos e do contexto onde ela está inserida.

  • Luis Henrique Rigato Vasconcellos
    Luis Henrique Rigato Vasconcellos
    Doutor em Engenharia de Produção pela Escola Politécnica da USP
    desde 2007
* Data da última atualização em

O setor de Saúde tem apresentado enormes desafios quando se trata de organizar suas operações e sua cadeia de suprimentos. Desta forma, a presente disciplina tem como objetivo apresentar os conceitos relacionados a Cadeia de Suprimentos em Saúde e Logística Hospitalar, discutindo tendências e oportunidades para uma gestão mais competitiva e colaborativa das organizações do setor.
A gestão da cadeia de suprimentos em saúde pode ser entendida como “gestão do fluxo de informações, insumos e recursos financeiros envolvidos na aquisição e movimentação de produtos e serviços desde os fornecedores até o cliente final de forma a melhorar o desempenho do hospital com controle de custos.”
Desta forma, entende-se como seus objetivos a garantia do insumo e atendimento ao paciente, redução de custos com materiais e equipamento, garantia de segurança hospitalar ao fornecendo nível de serviço aos pacientes e um bom relacionamento com médicos e prestadores de serviços.

  • Priscila Laczynski de Souza Miguel
    Doutora em Administração de Empresas pela Fundação Getulio Vargas
    desde 2011
* Data da última atualização em

O relacionamento entre organizações vem sen- do encarado como um fator-chave para o su- cesso de uma cadeia de abastecimento porque amplia os limites do valor criado pelas organi- zações individualmente, por meio da constru- ção conjunta de benefícios cujo teor depende das características do processo de colabora- ção estabelecido. Esse processo, nos âmbitos intra e interorganizacional, permite que os be- nefícios criados se transformem em melhoriasindividuais e mútuas que conferem vantagem competitiva às organizações envolvidas.
A colaboração é fortemente dependente da postura dos vários participantes da cadeia de abastecimento, no que tange a poder, confian- ça e oportunismo, além dos componentes do ambiente externo à relação comprador-forne- cedor. Poder e dependência são aspectos im- portantes no processo de gestão de cadeias de abastecimento.
Esta disciplina tem como objetivo identificar as possíveis formas e níveis de colaboração, além de avaliar o seu impacto na melhoria de desempenho e criação de valor. Serão abor- dadas, também, as diferenças entre coor- denação e colaboração, tendo em vista que pode haver formas distintas de envolvimento de cada organização na cadeia de abasteci- mento. Dentro desse contexto, emerge o pro- blema da governança em face das interações intra e interorganizacionais.
Os participantes terão a oportunidade de pro- por estratégias de colaboração intra e inte- rorganizacionais a partir de um conhecimento aprofundado sobre o tema no contexto dos seus negócios.

  • Leandro Alves Patah
    Doutor em Engenharia de Produção pela Universidade de São Paulo
    desde 2016
* Data da última atualização em

O crescimento do e-commerce, ao contrário das expectativas iniciais, serviu para reforçar o modelo físico tradicional por meio da abordagem do varejo omnichannel, que mescla as experiências reais e virtuais de compras. Neste modelo, ganhou relevância uma visão centrada no cliente que traz consigo alguns aspectos tais como: trade-off entre responsividade e eficiência; novos requisitos de velocidade e flexibilidade de abastecimento; necessidade de maior gestão sobre a variedade e complexidade de sortimento; gestão de riscos; adaptação às expectativas de sustentabilidade.
Uma resposta adequada a este conjunto de desafios leva diretamente a uma reflexão sobre o novo papel da área de supply chain no contexto do omnichannel. As cadeias de suprimentos devem adotar uma abordagem integrada de rede para atender os clientes, visando a uma experiência de compra perfeita desde a confirmação do pedido até a entrega do produto ou serviço. Multiplicidade de canais, mudança do perfil dos clientes e consumidores, e evolução dos negócios de varejo estão cada vez mais presentes na ordem do dia das organizações. A gestão avançada da cadeia de suprimentos passa pela adequada definição dos canais de distribuição, da estrutura de custos, dos parâmetros de visibilidade em cada elo da cadeia, da logística reversa e de tantas outras atividades relacionadas.
A presente disciplina tem por objetivo discutir sobre estas adaptações necessárias na gestão de supply chain frente aos novos desafios do atendimento à demanda do setor de varejo, explorando as complementaridades das duas abordagens

  • Priscila Laczynski de Souza Miguel
    Doutora em Administração de Empresas pela Fundação Getulio Vargas
    desde 2011
* Data da última atualização em

A maioria das cadeias de suprimentos tradicionais foi desenvolvida a partir de objetivos de otimização das operações internas das empresas, resultando em ganhos de eficiência e redução de custos. Entretanto, esta visão vem aceleradamente tornando-se menos apropriada, uma vez que o crescimento das organizações passa por um alinhamento da estratégia de supply chain às estratégias de negócio centradas nas necessidades dos clientes.
Assim, o sucesso da cadeia de suprimentos, e por consequência o das estratégias de negócios, deve incluir um design integrado das atividades que agregam valor para o cliente, bem como seus trade-offs. Além disso, o profissional deve apropriar-se de modelos adequados de coleta e análise dos dados disponíveis para a tomada de decisões, analisando criticamente os impactos das decisões a serem tomadas.
A presente disciplina visa a discutir sobre estratégia de supply chain e os domínios em que suas atividades e decisões estejam alinhadas às estratégias de negócios, a partir de cinco elementos-chave: Sistema de Valor, Modelos Operacionais, Canais de Vendas, Customer Service e Desenho de Redes.

  • Susana Carla Farias Pereira
    Susana Carla Farias Pereira
    Doutora em Administração de Empresas pela Fundação Getulio Vargas
    desde 2003
* Data da última atualização em

A gestão da cadeia de suprimentos nas organizações, quer sejam públicas ou privadas, passou de um enfoque mais operacional para um papel mais estratégico. Para possibilitar maior geração de valor e consequente crescimento e competitividade das organizações, é fundamental um conhecimento aprofundado sobre o profissional de supply chain, seu papel nas organizações e os domínios em que suas atividades devem estar alinhadas às estratégias de negócios. Desta forma, este profissional será um importante agente de transformação no ambiente em que atua.
Neste sentido, a presente disciplina tem como objetivo discutir o que é competitividade e criação de valor em cada etapa da cadeia e em contextos macros e de que forma que o profissional, nas diversas áreas de atuação em Supply Chain, pode contribuir, não só para reduzir custo, mas também por meio de aumento de disposição a pagar do cliente. Na disciplina, serão discutidas, além de tendências nos modelos de negócios e na área de SCM, competências requeridas de um profissional para lidar com os desafios atuais da área.

  • Priscila Laczynski de Souza Miguel
    Doutora em Administração de Empresas pela Fundação Getulio Vargas
    desde 2011
* Data da última atualização em

A inovação como uma das principais fontes de vantagem competitiva sustentável tornou-se um imperativo para muitas empresas. A questão atual já não é se a empresa deve ou não inovar, mas sim como estabelecer estratégias para inovação, a fim de alcançar um desempenho diferenciado. Neste contexto, é reconhecido que inovações não são mais resultado dos esforços de uma única empresa.
O conceito de Supply Chain Innovation (SCI) aborda as cadeias, podendo ser entendidas como redes, e inseridas no ecossistema de inovação, como fonte importante de recursos e capacidades para potencializar a geração de novo valor conjunto, levando à inovação na própria cadeia, através desta ou para seus atores. Passam a ser reconhecidas, portanto, como elementos relevantes também para realizar, viabilizar e sustentar inovações geradas pela firma.
A Economia Circular junto com o SCI são conceitos que vêm ganhando relevância nas discussões dentro da academia, principalmente em pesquisas aplicadas que refletem sobre como tecnologias e processos existentes são utilizados de formas inovadoras. Um novo jeito de pensar e realizar negócios onde as relações, os processos, produtos e serviços levam em conta a responsabilidade das organizações sobre os impactos gerados pela sua atuação no mercado.
Ao estudarmos a sinergia entre SCI e EC, entendemos que integrar a rede de atores em torno da organização não apenas pode trazer soluções para seus negócios, mas também de toda sua cadeia de valor, tornando-se uma trilha de Inovação com o propósito de promover a EC.
O módulo tem como proposta potencializar o conhecimento dos participantes para reflexões envolvendo diferentes cadeias para análise de transição da linearidade para a circularidade, utilizando o SCI.
O conhecimento básico de supply chain innovation, inovação e economia circular será baseado em pré-leitura de artigos executivos e na experiência dos participantes em suas organizações e áreas de atuação.
Será utilizado caso de ensino como exercício para auxiliar na execução de projeto de transição para economia circular por SCI em cadeias escolhidas pelos participantes.

  • Luis Henrique Rigato Vasconcellos
    Luis Henrique Rigato Vasconcellos
    Doutor em Engenharia de Produção pela Escola Politécnica da USP
    desde 2007
* Data da última atualização em

A gestão de cadeias globais é um componente relevante à formação dos gestores de supply chain, porque abrange praticamente todas as atividades necessárias que as organizações atuantes dentro de um contexto internacional possam produzir seus produtos ou serviços. Esta formação também é relevante mesmo que a empresa atue num ambiente local, ela possivelmente acabará desenvolvendo relacionamentos com outros agentes da cadeia de suprimentos que poderão ser empresas transnacionais com operações globais, como, por exemplo, fornecedores e distribuidores.
Esta disciplina tem como objetivo contribuir para o entendimento do papel da gestão de operações internacionais e seus impactos na competitividade das empresas, examinando os principais desafios e questões relacionadas dentro do contexto global.

  • Luciana Marques Vieira
    Luciana Marques Vieira
    Doutora em Economia Agrícola e Alimentar pela Universidade de Reading, Inglaterra
    desde 2016
* Data da última atualização em

Negócios envolvem criar valor para clientes e lucro para a empresa, equilibrando inovação e estratégia. Adaptabilidade ao mercado, investimento em tecnologia e foco no cliente são essenciais para manter a competitividade e o crescimento sustentável.

  • Gilberto Sarfati
    Gilberto Sarfati
    Doutor em Ciências Políticas pela Universidade de São Paulo
    Desde 2008
* Data da última atualização em 10/09/2025

Negócios envolvem criar valor para clientes e lucro para a empresa, equilibrando inovação e estratégia. Adaptabilidade ao mercado, investimento em tecnologia e foco no cliente são essenciais para manter a competitividade e o crescimento sustentável.

  • Gilberto Sarfati
    Gilberto Sarfati
    Doutor em Ciências Políticas pela Universidade de São Paulo
    Desde 2008
* Data da última atualização em 10/09/2025

Ao final do curso o aluno deverá compreender as diferentes fontes de incerteza e de riscos e os possíveis impactos nas operações de cadeias de suprimentos; adquirir habilidades para preparar planos de ação e mitigação destes riscos; adquirir conhecimentos sobre como medir a maturidade em gestão de riscos e as competências necessárias para aumentar a resiliência das organizações.

  • Luciana Marques Vieira
    Luciana Marques Vieira
    Doutora em Economia Agrícola e Alimentar pela Universidade de Reading, Inglaterra
    desde 2016
* Data da última atualização em

O aluno deve ser capaz de avaliar a complexidade e a riqueza de informações de comportamentos de compra e de relacionamento entre empresas e clientes na cadeia interagindo em ambientes virtuais assim como desenvolver habilidades desejáveis à análise exploratória de dados: classificação, agrupamento, mineração, abordagens analíticas de exploração textual, modelos neurais, explicação e previsão, em uma perspectiva de inteligência analítica e modelagem informacional.

  • Luiz Carlos Di Serio
    Doutor em Engenharia pela Escola de Engenharia de São Carlos
    desde 1992
* Data da última atualização em

O curso conceitua o problema de corrupção na Sociedade, discutindo diversas abordagens: coletiva, individual, histórica e empresarial. Num segundo momento, introduz os principais instrumento de compliance e governança necessários para mitigar a corrupção. Por fim, explora os elementos de governança tais como implementação e sua aplicação em empresas familiares.

  • Marcelo Marinho Aidar
    Marcelo Marinho Aidar
    Doutor em Administração de Empresas pela Fundação Getulio Vargas
    desde 2000
  • Gustavo Andrey de Almeida Lopes Fernandes
    Gustavo Andrey de Almeida Lopes Fernandes
    Doutor em Economia pela Universidade de São Paulo
    desde 2012
* Data da última atualização em

Esta disciplina objetiva analisar situações de negócios que envolvem a integração entre conhecimentos de finanças aplicados a decisões de operações e supply chain management, como planejamento de demanda e gestão de compras, gestão de estoque, custos logísticos e Total Cost of Ownership. Como objetivo específico, a disciplina visa entender o valor agregado por operações e logística para o resultado das empresas.

  • Priscila Laczynski de Souza Miguel
    Doutora em Administração de Empresas pela Fundação Getulio Vargas
    desde 2011
* Data da última atualização em

Empresas criam valor em suas relações com seus clientes e fornecedores. Para potencializar este valor, é preciso saber gerenciar as expectativas e os resultados em cada relação, quer seja interna ou externa à organização. E desenvolver integração de processos e atividades requer esforço e comprometimento entre as diferentes áreas, além de coordenação e troca de informações, sendo necessário eliminar a chamada mentalidade de silos. Nesta disciplina, a filosofia de gestão LEAN THINKING, e adotada para propiciar um caminho, de como as diversas dimensões de relacionamento podem ser implementadas e aprimoradas.
Desta forma, a presente disciplina tem como objetivo analisar as diferentes dimensões na gestão destes relacionamentos por meio de um projeto de implementação da filosofia LEAN nas organizações. Adicionalmente, o objetivo é utilizar algumas das ferramentas do sistema LEAN, para análise e solução de problemas de gestão.

  • Luiz Carlos Di Serio
    Doutor em Engenharia pela Escola de Engenharia de São Carlos
    desde 1992
* Data da última atualização em

A transição para modelos de produção e consumo mais sustentáveis demanda que os desafios ambientais (ex: mudança do clima, perda de biodiversidade, poluição) e sociais (ex: inclusão, equidade) sejam incorporados à gestão de cadeias de valor, dos arranjos globais a locais. Tal transição envolve o desenvolvimento e a adoção de inovações ao longo de sucessivos elos das cadeias de valor, além da participação de diferentes organizações (empresas de diferentes portes, ONGs, organizações multi-stakeholders) e governos para indução de práticas (ex: transparência e rastreabilidade) e/ou incorporação de regulações (ex: EUDR, WEEE, RoHS) e padrões privados (ex: FSC, UEBT, roundtables, agricultura regenerativa).

Neste contexto, a disciplina como objetivos examinar (i) os temas socioambientais, do contexto global ao local, que se apresentam no âmbito das cadeias de valor, (ii) o papel da inovação orientada à sustentabilidade em cadeias de valor, (iii) a influência dos diferentes tipos de organizações na governança e na práticas em cadeias de valor, (iv)  a incorporação de sustentabilidade em cadeias de valor a partir de modelos de gestão sustentável de cadeias de suprimentos e (v) alternativas e soluções orientadas à incorporação de sustentabilidade por membros de cadeias de valor a partir de regulações e padrões privados, com base em práticas verificadas em casos nacionais e internacionais.

  • Andre Pereira de Carvalho
    Doutor em Administração de Empresas pela Fundação Getulio Vargas
    desde 2008
* Data da última atualização em

Negócios envolvem criar valor para clientes e lucro para a empresa, equilibrando inovação e estratégia. Adaptabilidade ao mercado, investimento em tecnologia e foco no cliente são essenciais para manter a competitividade e o crescimento sustentável.

  • Gilberto Sarfati
    Gilberto Sarfati
    Doutor em Ciências Políticas pela Universidade de São Paulo
    Desde 2008
* Data da última atualização em 10/09/2025

Este seminário consiste em desenvolver competências necessárias para desenvolvimento de um projeto de pesquisa e posterior trabalho aplicado, ao mesmo tempo que apresenta tendências e pesquisas aplicadas em Supply Chain.

  • Priscila Laczynski de Souza Miguel
    Doutora em Administração de Empresas pela Fundação Getulio Vargas
    desde 2011
* Data da última atualização em

Este seminário consiste em desenvolver competências necessárias para análise de dados e redação final do trabalho aplicado, além de ajudar os estudantes no processo de pesquisa aplicada e científica ao longo do desenvolvimento do seu trabalho final.
O seminário envolverá apresentação de análise de dados e discussão e análise dos trabalhos em construção.

  • Priscila Laczynski de Souza Miguel
    Doutora em Administração de Empresas pela Fundação Getulio Vargas
    desde 2011
* Data da última atualização em