70 anos FGV EAESP: Ex-aluna se destaca na Forbes Under 30 com marca vegana de sandálias

Este ano, a Escola de Administração de Empresas de São Paulo (FGV EAESP), completa 70 anos de história. Nessa linha do tempo, que começa em 1954, muitos talentos se destacaram, como a Isabela Chusid, que se formou na Graduação em Administração de Empresas em 2016. Desde então, sua trajetória vem crescendo de forma expressiva. Hoje, ela é CEO da Linus, a primeira marca nacional e vegana de sandálias de plástico.

Seu trabalho a levou a ser reconhecida na Forbes 30 Under 30, a lista da Revista Forbes que destaca os empreendedores mais promissores. Para celebrar a data, convidamos ex-alunos para conversar sobre o impacto da graduação da FGV EAESP em suas jornadas acadêmicas e profissionais.

“Sair na lista da Forbes 30 Under 30 é resultado de trabalho consistente e ético. A FGV me proporcionou uma visão generalista e abrangente de como gerir as diversas frentes de uma empresa, sabendo onde buscar suluções para os desafios”, disse Isabela.

Veja abaixo a entrevista completa com a ex-aluna.

Como a formação em Administração na FGV EAESP influenciou a criação e o desenvolvimento da Linus?

Ter estudado na FGV, por si só, abriu muitas portas profissionais, especialmente no meu início de carreira. Porém, acredito que o mais importante foi a visão holística de administração que a Fundação me deu. Eu podia não ser especialista determinados assuntos, mas com a base que obtive, sabia exatamente quais ferramentas buscar e quem procurar.

Quais lições sobre sustentabilidade e inovação você aprendeu que foram fundamentais para o sucesso da sua marca?

Acredito que entender que nada é 100% sustentável já é um bom ponto de partida. No entendo, saber que promover hábitos mais sustentáveis é uma responsabilidade compartilhada entre governo, empresas e indivíduos coloca você em uma posição de protagonismo.

Como os ensinamentos sobre inovação durante a graduação ajudaram a moldar o design e a filosofia da Linus?

Sempre que falamos de sustentabilidade, geralmente pensamos primeiro na questão ambiental. E, nesse caso, eu recomendo fortemente a busca por matérias-primas de origem renovável, recicláveis e produzidas localmente por fornecedores socialmente responsáveis. Porém, não podemos deixar de olhar para a sustentabilidade financeira. Por isso, gosto muito da ideia de começar o negócio de forma enxuta, com o menor investimento possível. Dessa forma, você tem chance de testar o produto com riscos baixos e ser criterioso com os gastos desde o início.

Como a formação na FGV EAESP preparou você para ser reconhecida na lista Forbes Under 30?

A entrada na lista da Forbes 30 Under 30 é fruto de trabalho constante e ético. Acredito que a FGV me deu, justamente, uma visão generalista e abrangente de como gerir as diversas frentes de uma empresa, sabendo onde buscar soluções para os desafios que surgem no dia a dia de qualquer projeto.

Quais conselhos você daria para jovens empreendedores que estão iniciando suas carreiras?

Empreender não é uma jornada simples ou linear. Criar um negócio com o objetivo de ficar rico ou ganhar prêmios vai acabar gerando momentos de frustração, além de desvio de foco. Empreenda com algo que você ame, que realmente faça sentido para você e que te torne incansável para ser o melhor. O resto é consequência.

A formação pela FGV EAESP foi fundamental para o sucesso da Isabella, não só por abrir portas, mas por fornecer uma visão holística da gestão. Para ela, que acredita que a sustentabilidade é um esforço coletivo, o sucesso e reconhecimento são resultados de um propósito bem definido e trabalho ético.

Essa matéria faz parte da série especial dos 70 anos da FGV EAESP, que traz entrevistas com os ex-alunos que são destaques no mercado.

Para mergulhar na história da Escola, acesse a página comemorativa e saiba mais.

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