Finalizado

Simulação de Sistema de Comércio de Emissões SCE EPC

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A Simulação de Comércio de Emissões é um exercício didático de precificação de carbono que oferece a oportunidade aos seus participantes de operarem em um mercado de carbono fictício do tipo cap-and-trade.

Desde 2013, a iniciativa tem como objetivo criar e disseminar conhecimento, entre as empresas, sobre o funcionamento de um sistema de comércio de emissões (SCE), suas implicações para os negócios e sua contribuição para o alcance de metas de redução das emissões de gases de efeito estufa (GEE) de forma custo-efetiva.

A Simulação é uma iniciativa única no Brasil, sendo um exercício que replica o ambiente de mercado regulado, no qual as empresas podem aprender na prática como um SCE é desenhado, como negociar com sucesso, quais os riscos e oportunidades envolvidos e podem refletir sobre lacunas e potencialidades de seus negócios frente à operação do mercado. 

Ao longo dos anos, a simulação inclui alguns dos maiores players dos setores de energia, siderurgia, cimento, petróleo e gás, papel e celulose, sistema financeiro, entre outros. Mais de 400 profissionais do setor privado participaram da Simulação desde 2013. 
 
A partir de 2025, uma vez estabelecida a Lei 15.042/2024, o FGVces pretende apoiar as empresas para atuação no mercado de carbono regulado a partir da oferta de formações de curta duração que permitam a Simulação como forma de aprendizagem e consolidação de conceitos.

Atividades realizadas

2024

Em 2024, A Simulação foi desenvolvida no âmbito das Empresas pelo Clima (EPC), como parte de um ciclo formativo sobre Mercado de Carbono Regulado. A retomada do tema e da Simulação pelo FGVces aconteceu em decorrência da intensificação da discussão do Mercado de Carbono Regulado por parte do governo brasileiro em 2023, o que culminou com o estabelecimento do Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões (SBCE), por meio da Lei nº 15.042/2024.

Após uma série de eventos técnicos preparatórios que abordaram aspectos técnicos da precificação de carbono, PL 182/2024 e interface entre mercado regulado e mercado voluntário foi realizado o Simulado. O ciclo formativo totalizou 8 encontros, virtuais e presenciais. Vinte e uma empresas participaram do ciclo formativo e no Simulado estiveram presentes 75 pessoas. Durante um dia e meio, as pessoas participantes se dividiram em 12 grupos e assumiram papéis em empresas fictícias para vivenciar a operacionalização de um sistema cap-and-trade. A experimentação permite que as pessoas desenvolvam habilidades analíticas e críticas que vão além do conhecimento teórico, como a resolução de problemas em tempo real, a capacidade de tomar decisões sob pressão e a adaptação a diferentes cenários. A Simulação do SBCE reproduz um desafio que, em breve, será realidade para determinados setores

2020

Em 2020, A Simulação fez uso da plataforma de negociações fictícias CarbonSim, uma plataforma dinâmica e interativa, que simula um mercado do tipo cap-and-trade. 

Em quatro workshops, participantes de diversas empresas brasileiras atuaram na CarbonSim como representantes de empresas fictícias, negociando permissões para emitir e créditos de carbono. Em cada workshop tivemos também a participação de especialistas nacionais e internacionais, que abordaram temas ligados a precificação de carbono. 

Alguns dos principais resultados de 2020: 25 empresas participante de 10 diferentes setores, 40 participações individuais, 01 treinamento, 04 workshops e 01 reunião final.

Período 2013 - 2019

As regras e parâmetros da Simulação foram construídos em 2013, junto com as empresas participantes, tendo como base os sistemas de comércio de emissões em operação, como o da Califórnia e da União Europeia. De 2014 a 2018, foram realizados cinco ciclos operacionais. Em 2018, foram testadas novas regras e parâmetros, resultado de estudos e debates realizados em 2017 com alguns dos principais setores: agronegócio, energia, indústria, papel e celulose.

A cada ano, as empresas participantes da iniciativa deviam conciliar suas emissões do ano anterior com volume equivalente de permissões. Todas as transações ocorreram na plataforma de negociação do Instituto BVRio - Bolsa de Valores Ambientais e foram efetuadas com recurso financeiro fictício.

Os dados de emissões utilizados foram reais, abrangendo (parte das) emissões de GEE provenientes de fontes que pertencem ou são controladas pelas empresas participantes, publicadas no Registro Público de Emissões do Programa Brasileiro GHG Protocol.

Publicações e Relatórios

Sistema de Comércio de Emissões SCE - Relatório Final do Ciclo 2018


 O relatório tem como principal objetivo comunicar os resultados e análises finais do 5º ciclo operacional da Simulação de Sistema de Comércio de Emissões, realizado de março a novembro de 2018. A Simulação, iniciativa do Centro de Estudos em Sustentabilidade da FGV (FGVces) possui como objetivo gerar e compartilhar conhecimento sobre o desenho, o funcionamento e as consequências de um sistema de comércio de emissões (SCE). Este quinto ciclo contou com a participação de 29 empresas, algumas das quais operaram com mais de uma conta (Operadores Regulados de Mercado) devido a diferenças de atividades dentro de seus negócios. Dessa forma, o ano de 2018 contou com um total de 32 operadores ativos nos mercados da Simulação.

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Sistema de Comércio de Emissões SCE - Relatório Final do Ciclo 2017


Este relatório tem como principal objetivo comunicar os resultados e análises finais do 4º ciclo operacional da Simulação de Sistema de Comércio de Emissões, realizado de março a novembro de 2017. Além dos resultados operacionais são apresentados neste documento os principais aprendizados e desafios da Simulação, bem como os resultados dos grupos setoriais de trabalho, que foram criados, em 2017, para estudo e discussão das potencialidades e desafios dos setores em contexto de precificação de carbono.

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Aprendizados da Simulação do Sistema de Comércio de Emissões - Propostas a partir da Experiência Empresarial


O documento sistematiza e dissemina os aprendizados e conhecimento gerados nos três anos de operação da Simulação a fim de contribuir para o debate sobre precificação de carbono no Brasil.

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Sistema de Comércio de Emissões SCE - Relatório Final do Ciclo 2016


Este relatório tem como objetivo comunicar os desafios e os aprendizados do 3º ciclo operacional (2016) do Sistema de Comércio de Emissões (SCE), uma iniciativa do Centro de Estudos em Sustentabilidade da FGV-EAESP (FGVces), bem como as estratégias e os desempenhos das empresas participantes. 

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Sistema de Comércio de Emissões SCE EPC - Relatório Final: março a novembro de 2015

 

Este relatório traz uma análise sobre os resultados do 2º ciclo operacional (março-novembro/2015) do Sistema de Comércio de Emissões da Plataforma Empresas pelo Clima (SCE EPC), uma iniciativa do Centro de Estudos em Sustentabilidade da FGV-EAESP (FGVces) que oferece ao setor empresarial brasileiro a oportunidade de experimentar um instrumento de mercado para precificação de carbono e capacitá-lo a contribuir ao debate sobre este tema no Brasil e no mundo.

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Simulação de Sistema de Comércio de Emissões SCE EPC - Relatório Final: março a novembro de 2014


Este relatório traz os desafios, resultados, análises e um balanço do 1º ciclo operacional (março-novembro/2014) do Sistema de Comércio de Emissões da Plataforma Empresas pelo Clima (SCE EPC), uma iniciativa do Centro de Estudos em Sustentabilidade da FGV-EAESP (FGVces) que oferece ao setor empresarial brasileiro a oportunidade de experimentar um instrumento de mercado para precificação de carbono e capacitá-lo a contribuir ao debate sobre este tema no Brasil e no mundo.

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Relatório Analítico: março a agosto de 2015

Outubro, 2015

Com objetivo de promover ao setor empresarial brasileiro a oportunidade de experimentar um instrumento econômico para precificação de carbono, o Centro de Estudos em Sustentabilidade da Fundação Getulio Vargas (GVces) promove desde 2013, no âmbito de sua iniciativa empresarial EPC (Plataforma Empresas pelo Clima), uma simulação de sistema de comércio de emissões- SCE EPC.

Em 2015, ocorre o segundo ciclo operacional desta iniciativa que conta, atualmente, com a participação de 23 empresas de diversos setores da economia brasileira: produção florestal, papel e celulose; serviços; elétrico; logística; indústria de transformação; construção civil; extrativista; e água, esgoto e gestão de resíduos. As empresas operam neste ciclo com o objetivo final de conciliar suas emissões do ano vigente (2015) com títulos transacionados no SCE, em especial, a permissão de emissão, cada um equivalente a 1 tonelada de CO2 equivalente (tCO2e).

Este relatório tem como objetivo apresentar os números e resultados dos seis meses iniciais (março a agosto) de operação do SCE EPC 2015, bem como analisar as estratégias e performances adotadas pelas empresas participantes. Além disso, apresenta um estudo sobre cap relativo. Cap é o limite de emissões de gases de efeito estufa (GEE) estipulado para o grupo de empresas que compõem a abrangência de um sistema de comércio de emissões do tipo cap and trade, sendo este limite convertido no volume de títulos que são inseridos no mercado para negociação. O cap pode ser relativo, o qual estabelece a intensidade carbônica a uma taxa pré-determinada com base nas emissões de GEE por alguma unidade econômica (como por exemplo, o PIB ou produção física), ou absoluto, representando o limite de emissões totais buscado para o conjunto de fontes contemplado pelo sistema.


            Acesse a versão sintética (português e inglês)

Outubro, 2015

Este relatório traz análises sobre o funcionamento do SCE EPC e a atuação das empresas participantes no período de março a agosto de 2015. Além disso, devido a uma demanda das empresas participantes por compreender como este sistema funcionaria com um cap relativo, quais seriam seus desdobramentos para a dinâmica e performances do mercado, o presente relatório apresenta os principais conceitos, vantagens e dificuldades envolvidos na adoção de tal regime.

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Relatório Analítico: março a agosto de 2014

Agosto, 2015

 

Este relatório traz os desafios, resultados, análises e um balanço do 1º ciclo operacional (março-novembro/2014) do Sistema de Comércio de Emissões da Plataforma Empresas pelo Clima (SCE EPC), uma iniciativa do Centro de Estudos em Sustentabilidade da FGV-EAESP (FGVces) que oferece ao setor empresarial brasileiro a oportunidade de experimentar um instrumento de mercado para precificação de carbono e capacitá-lo a contribuir ao debate sobre este tema no Brasil e no mundo.

 

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