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Uso de certificados de atributos ambientais em inventários de GEE organizacionais

Uso de certificados de atributos ambientais em inventários de GEE organizacionais

O uso de certificados de atributos ambientais tem se tornado cada vez mais frequente entre organizações que buscam atender à crescente demanda por práticas sustentáveis, seja a partir de políticas públicas ambientais, seja por meio de práticas voluntárias inseridas em contextos de responsabilidade social corporativa (RSC). Certificados de energias renováveis (RECs, na sigla em inglês), por exemplo, já são amplamente utilizados por organizações para comprovar a origem renovável das fontes de eletricidade, tanto em regulações (ambiente mandatório) como em iniciativas voluntárias (ambiente voluntário).

Nos últimos anos, novos certificados de atributos ambientais, como os de biometano e de biocombustíveis de aviação, têm sido utilizado para demonstrar o compromisso das organizações com a redução de seus impactos ambientais de forma voluntária, especialmente para a diminuição das emissões de gases de efeito estufa (GEE).

Nesse contexto, o interesse em relatar e dar transparência a essas ações de cunho não mandatório incluem o uso desses certificados em inventários de GEE organizacionais, em comunicações institucionais, em metas corporativas, entre outros usos.

De modo a evitar o greenwashing e assegurar a rastreabilidade da origem dos certificados, é crucial considerar quais os critérios necessários para garantir a integridade ambiental desses “instrumentos de mercado”. Isso se aplica em especial para uma das principais formas de comunicar o uso de certificados no ambiente voluntário: os inventários de GEE organizacionais.

Nesse contexto, a pesquisa Uso de certificados de atributos ambientais em inventários de GEE organizacionais: boas práticas e critérios de qualidade, uma parceria entre o FGVces e o Instituto Itaúsa, tem como objetivo realizar um estudo sobre este tema, com base nas seguintes perguntas de pesquisa:

  • Quais são os ganhos ambientais proporcionados pelo uso desses certificados em contextos de relato de emissões organizacionais?

  • Quais são as limitações e pontos de atenção a serem considerados para este tipo de relato?

  • O que são boas práticas associadas ao uso desses certificados em inventários de GEE organizacionais? Em especial, quais são os critérios e requisitos necessários para garantir a integridade do uso de certificados de atributos ambientais nesses contextos?

Uso de Certificados de Atributos Ambientais em inventários de GEE organizacionais: Boas Práticas e Critérios de Qualidade | Relatório final

Uso de Certificados de Atributos Ambientais em inventários de GEE organizacionais: Boas Práticas e Critérios de Qualidade | Relatório final

Uso de Certificados de Atributos Ambientais em inventários de GEE organizacionais: boas práticas e critérios de qualidade | Resumo executivo

Uso de Certificados de Atributos Ambientais em inventários de GEE organizacionais: boas práticas e critérios de qualidade | Resumo executivo