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Taxonomia Sustentável Brasileira

Um instrumento estratégico para mobilizar recursos e impulsionar o desenvolvimento sustentável no Brasil.                                                                                                            

Uma taxonomia de finanças sustentáveis consiste em um sistema de classificação que define, de maneira nítida, objetiva e com base científica, atividades, ativos e/ou categorias de projetos que contribuem para objetivos climáticos, ambientais e/ou sociais, por meio de critérios específicos. Trata-se de instrumento central para mobilizar e redirecionar os fluxos de capitais para os investimentos necessários para a transição para uma economia sustentável. No mundo, mais de 50 países ou jurisdições já desenvolveram, adotaram ou estão em processo de desenvolvimento de suas taxonomias. 

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No Brasil, a construção da Taxonomia Sustentável Brasileira tem como objetivos estratégicos:

Mobilizar e reorientar o financiamento e os investimentos públicos e privados para atividades econômicas com impactos ambientais, climáticos e sociais positivos, visando o desenvolvimento sustentável, inclusivo e regenerativo; 

Promover o adensamento tecnológico voltado à sustentabilidade ambiental, climática, social e econômica, com elevação de produtividade e competitividade da economia brasileira em bases sustentáveis; 

Criar as bases para produção de informações confiáveis dos fluxos das finanças sustentáveis ao estimular a transparência, a integridade e visão de longo prazo para a atividade econômica e financeira. 

A TSB aborda 11 objetivos climáticos, ambientais e econômico-sociais, sendo estes:

  1. Mitigação da mudança do clima; 
     
  2. Adaptação às mudanças climáticas; 
     
  3. Proteção e restauração da biodiversidade e ecossistemas; Uso sustentável do solo e conservação, manejo e uso sustentável das florestas; 
     
  4. Uso sustentável do solo e conservação, manejo e uso sustentável das florestas;
     
  5. Uso sustentável e proteção de recursos hídricos e marinhos; 
     
  6. Transição para economia circular; 

 

  1. Prevenção e controle de contaminação;  
     
  2. Geração de trabalho decente e elevação da renda; 
     
  3. Reduzir desigualdade socioeconômicas, considerando aspectos raciais e de gênero; 
     
  4. Reduzir desigualdades regionais e territoriais do país;  
     
  5. Promover a qualidade de vida, com ampliação do acesso a serviços sociais básicos.  


Na primeira fase da TSB (2024-2025), o FGVces foi um dos parceiros do projeto, oferecendo apoio técnico ao Grupo Técnico (GT) de Enfrentamento das Desigualdades, responsável pelo desenvolvimento do Índice de Enfrentamento das Desigualdades de Gênero e Raça. Abordando o objetivo 9 da TSB, o Índice tem como objetivo avaliar e classificar a contribuição das organizações para a promoção da equidade de gênero e raça, de forma a servir como um instrumento indutor de mudanças e de aprendizado para questões econômico-sociais. Esse Índice será aplicável no nível da organização de forma transversal a todas as atividades e setores da economia.  

Na fase 2 da TSB (2025), o FGV é novamente parceiro técnico do projeto no que se refere aos objetivos da TSB 3, 4, 6 e 10. 

 

Parceiros

Financiadores

Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit GmbH (GIZ)  

Iniciativa Financeira do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (UNEP FI)