Índice de Desconforto de Crédito (IDC)
Lauro Gonzalez, Rafael Schiozer e Matheus L. Carrijo
O Índice de Desconforto de Crédito (IDC) busca medir o desconforto das famílias brasileiras com o uso do crédito. Construído a partir de dados públicos do Banco Central, combina três dimensões: inadimplência, comprometimento de renda e qualidade do crédito (que inclui a participação das modalidades mais onerosas de crédito, como cheque especial, crédito pessoal não consignado e cartão rotativo e parcelado). O IDC varia de 0 a 1, na qual 1 (um) corresponde ao pior ponto já observado na série histórica disponível e 0 (zero) ao melhor.
Em junho de 2026, o IDC atingiu 0,959, um leve recuo em relação aos 0,983 de maio de 2026. O comprometimento de renda subiu para 28,9%, novo máximo histórico, a inadimplência recuou para 7,4% e a participação das modalidades onerosas caiu para 24,5% do crédito livre para pessoas físicas.
Acesse a nota técnica mais recente (referente à competência de junho de 2026)
Documentos anteriores:
Acesse a nota técnica referente à competência de abril de 2026 (07/2026)
Acesse a nota técnica referente à competência de março de 2026 (04/2026)
