Esta disciplina introdutória da jornada formativa da linha de Sustentabilidade busca provocar uma ruptura com o senso comum sobre o que é “ser sustentável”. A partir da apresentação dos principais paradigmas da sustentabilidade (fraca e forte), propõe uma reflexão crítica sobre os limites éticos, econômicos e epistêmicos do modelo de desenvolvimento dominante. São exploradas as múltiplas dimensões da crise civilizatória atual, com ênfase nos limites planetários e na interdependência entre colapso ecológico e desigualdades sociais. O pensamento complexo de Edgar Morin é introduzido como ferramenta para lidar com a incerteza e promover a reforma do pensamento. A disciplina ainda apresenta os Sistemas Socioecológicos como abordagem integradora para avaliar e transformar realidades, e convida os(as) estudantes a conhecer e imaginar alternativas sistêmicas, baseadas em saberes plurais e experiências contra-hegemônicas expressas no Pluriverso. Ao final, propõe um exercício de desaprender e reaprender, com foco na construção de futuros possíveis e no posicionamento ético do(a) estudante como agente de transição.
15h
