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No contexto atual cresce a exigência para que os serviços de saúde, tanto privados, quanto da área pública, organizem-se de modo a responder às necessidades e preferencias das pessoas e ofereçam um cuidado efetivo e humanizado. O gestor de saúde é, necessariamente, um usuário da informação. As organizações estão abarrotadas de informações, ainda mais com a implantação – cada vez mais comum – dos sistemas integrados de gestão e do prontuário eletrônico.
 Os conceitos e as ferramentas da Epidemiologia Gerencial auxiliam os administradores a tomarem decisões baseando-se em informações técnicas e científicas (evidências) que definem as necessidades e avaliam os resultados a partir da perspectiva populacional, possibilitando a eles o equacionamento de questões centrais tais como: definir os serviços que serão oferecidos pela organização e as habilidades requeridas para o staff, organizar os processos, e determinar se a organização é efetiva e produz os resultados desejados.

Alvaro Escrivão Junior